Nas ruas empoeiradas
onde as nuvens voam e buscam formatos
toca o vento, troca o tempo...
Gotejando pouco a pouco
a lama nos sapatos
depois do temporal que virá
quandos os céus se rasgarem
os provérbios nasceram do espanto
a porta secreta abrirá
do silêncio ao grito
No pranto um desfecho
uma nova história sem fim
por que tem ser assim?!
as nuvens estão se dissipando...
doando espaço a mente do homem
dizendo-lhe:Vaga-me,desvenda-me
Devastador terrestre
robotizado e perverso
inunda vidas e rouba-as
Sinta a doçura e os cantigos
estão aonde você sequer notou
nos passos largados anos à fio
naquele sorriso infantil
na flor da noite estrelada de abril
venha homem divaga-me
e Descobre então
Um pouco mais do teu próprio céu
teu véu te cobre
da cabeça aos pés
deita e sente
o renascimento de ti''





























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